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domingo, 29 de abril de 2012

Romances Florzinhas

Quem sempre vai em bancas e sebos já viu aqueles livrinhos, que normalmente tem de 100 a 200 páginas, são um pouco maiores que o formato pocket e sempre tem capas com a temática romance, os mais antigos normalmente apresentam fotos de casais na capa e as coleções tem nomes de mulheres.


As coleções mais antigas começaram a circular no mercado no final da década de sessenta, através da editora Nova Cultural, mas se tornaram mais populares entre os anos setenta e oitenta, quando surgiram novas coleções como Momentos Íntimos, e o sucesso perpetuou pelos anos 90, com a coleção desejo.
Então, em 2005, chega ao brasil a editora Harlequin, que aqui é pertence ao grupo da Editora Record e então as leitoras desse gênero passaram a ter mais opções com as novas séries lançadas e agora mantidas por duas editoras.
Então, com a concorrencia, a Nova Cultural passou a lançar os romances mais "completos", passaram a serem mais "tolerantes" com a edição.
Esses tipos de romance na verdade são adaptados de romances americanos ou inglesses, na sua maioria ingleses, e que as editoras passaram o pente fino, "remodelando" a história ao que eles julgavam o gosto das leitoras. Ou seja, removendo cenas mais eróticas, cortando partes mais "paradas" da história... 
Assim começou a fama desses editoras em "mutilar" as histórias originais.
Claro que, temos que concordar que a grande maioria dos textos traduzidos acabam com mais páginas que o original, mas ainda assim, cabe ao revisor o bom senso de manter intecta a personalidade do autor no texto, o ideal é que todos os livros de um mesmo autor tenham um perfil parecido, sejam as piadinhas, na descrição do cenário, na personalidade dos personagens... Enfim, tem que haver pontos em comum.
Pois as obras originais são assim.
E, por mais que se esteja restringindo os números de páginas, eu ainda acho que quando resumimos demais a história, acabamos desrespeitando o trabalho do autor. Não se saí por aí cortando quadros porque são "grandes demais". Ninguém "resumiu" a Monalisa a apenas um rosto só porque as mãos e o colo não são tão "importantes".

Não interessa se estamos falando d' Os Lusíadas ou de um simples romance água com açúcar, a verdade é que todo o trabaho literário deve ser respeitado pois contribui para a educação. Quanto mais você lê, melhor você escreve e mais articulado é o seu vocabulário. Todas as obras literárias merecem seu devido respeito.


segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Aventuras de Montão



Bram Stoker em 1897 escreveu um romance que mais de um século depois ainda causa calafrios em leitores no mundo todo. O romance Drácula criou o mito do Vampiro sedutor e cruel. Conde Vladmir Tepes ao chegar à Inglaterra sacia sua sede de sangue com as jovens mais belas da região, uma delas é Whilhelmina Harker, que após sugar o sangue da jovem senhora a alimenta com parte de seu sangue vampírico.
As Minas do Rei Salomão, romance escrito por Henry Rider Haggard em 1885 nos apresenta um dos maiores aventureiros da literatura de aventura, o caçador Allan Quatermain. No romance, Quatermain é contratado por aristocratas ingleses para procurar o irmão de um deles que se perdeu nas selvas da África. Quatermain aproveita para verificar a veracidade de um mapa onde supostamente se encontra as minhas do sábio rei bíblico Salomão.
O final do século 19 foi um período de grandes obras classificadas como ficção científica, uma delas de inquestionável valor foi O Homem Invisível de Herbert George Wells (mais conhecido com H.G. Wells, autor do romance recentemente adaptado para o cinema Guerra dos Mundos, estrelado por Tom Cruise). No romance um cientista descobre uma fórmula que o deixa invisível e com humor instável. Obrigado a viver e ser observado todo enfaixado o protagonista vive num dilema em ser uma pessoa pacata ou usar sua nova condição para obter vantagens.
Após o estrondoso sucesso de A Ilha do Tesouro, entre 1882 e 1883, Robert Louis Stevenson consegue firmar sua notoriedade no mundo literário com a obra O Médico e o Monstro escrita em 1886. Um advogado londrino investiga as coincidências entre o respeitado médico Dr. Henry Jeckyll e um homem desprezível conhecido como Edward Hyde. Que na verdade as duas identidades pertencem à mesma pessoa.
Em uma casa na Rua Morgue, no subúrbio de Paris, mãe e filha são brutalmente mutiladas e assassinadas de forma misteriosa. Neste clima de horror e mistério entra em cena um dos maiores detetives da literatura fantástica, C. Auguste Dupin representado no conto Os Crimes da Rua Morgue escrito por um dos maiores escritores de literatura de mistério e horror, um dos criadores da ficção científica e policial, Edgar Allan Poe (e escritor preferido desse que vos escreve).
Júlio Verne foi um escritor bastante prolífico, escrevendo mais de 100 livros a maioria deles de ficção científica e aventura, mas foram 3 livros que realmente resumem toda a genialidade de Verne e duvido que alguém nunca tenha ouvido falar de Viagem ao Centro da Terra, Volta ao Mundo em 80 Dias e Vinte Mil Léguas Submarinas. É deste último que temos o incrível personagem Capitão Nemo, que a bordo de seu submarino Náutilos viaja pelos oceanos de todo o globo terrestre, isolado do mundo seco.
E por último temos Sir Artur Conan Doyle criador do quase real detetive Sherlock Holmes. Existem personagens de tão convincentes é difícil acreditarmos que Sherlock Holmes e o Dr. Watson são obras de ficção e nunca existiram. Sherlock era um exímio detetive que usava a lógica dedutiva como seu método de investigação, mas para um personagem tão sagaz era necessário também criar um adversário a altura. Partindo dessa ideia Doyle criou o vilão Professor Moriarty, a maior pedra no sapato que nosso detetive poderia ter.
Bom, você deve estar se perguntando “Para que tudo isso?”. Tenho que admitir que ficou meio sem sentido todas essas pequenas resenhas, mas pense comigo, como seria se todos esses personagens maravilhosos participassem de uma mesma aventura?
Essa pergunta já foi respondida, e pelas mãos do lendário e excêntrico escritor de histórias em quadrinhos Alan Moore. Pra quem não está lembrado do nome, os sucessos de bilheteria no cinema V de Vingança e Watchmen foram adaptados de histórias em quadrinhos escritas por ele.


(Alan Moore)
Alan Moore, com sua até agora inesgotável genialidade, reuniu em As Aventuras da Liga Extraordinária os principais personagens da Era Vitoriana em uma grande aventura em que o Império Inglês estava ameaçado.



Whilhelmina Harker, agora usando seu nome de solteira Mina Murray depois de ceder aos encantos do Conde Drácula e consequentemente também transformada em vampira (Ops!! Isso era pra ser surpresa), tem a missão de reunir personalidades misteriosas para criar um grupo ao qual vai ajuda-la junto ao Capitão Nemo a exterminar a ameaça iminente que pode abalar as estruturas do Império Britânico e de todo o mundo conhecido. Com a ajuda de C. Auguste Dupin eles conseguem trazer para o grupo o homem invisível e o médico/monstro juntamente com o caçador aventureiro Allan Quatermain.
Até então a identidade do vilão não é mencionada, mas não vou fazer surpresa, pois já escrevi sobre ele logo acima. Isso mesmo, Professor Moriarty.
Essa história em quadrinhos fez tanto sucesso que teve várias continuações. E uma adaptação para o cinema, que não obteve sucesso, nem de crítica ou de público. No filme ainda são apresentados mais dois personagens, um inglês, Dorian Gray do romance O Retrato de Dorian Gray escrito por Oscar Wilde, e como não poderia deixar de ser em um filme norte-americano não poderia faltar um personagem americano, então foi incluído o protagonista de As Aventuras de Tom Sawyer de Mark Twain como um agente secreto norte-americano.



Está aí uma boa dica do que você ler nas suas horas de ócio. Aventuras de encheosr os olhos e despertar seu espírito aventureiro, ou apenas para ter uma breve volta à juventude. Bom eu estou me referindo às obras que eu citei no inicio dessa resenha, mas você pode ler a HQ de Alan Moore também, pois todas essas obras são maravilhosas.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Testando: AudioBooks

Pelo Youtube, acabei acessando os vídeos do Lucas, o Li Finalmente. Ele faz resenhas de livros e eu estava pensando em indicá-lo em um post, como já fiz em outros, citando alguns canais do Youtube, quando me deparei com esse vídeo:



E eu gostei da resenha, não pelo livro, pois já conheço, mas por ele ter ouvido.
Eu fiquei pensando: será mesmo que os audiobooks podem substituir a leitura do livro?
Eu sempre vi audiobook como uma versão que tornaria a leitura acessível a deficientes visuais e com aquele jeitão de Bíblia-narrada-por-Cid-Moreira, ou seja: mortalmente chato!
Eu vejo o audiobook indo por dois caminhos: radionovela (que eu detesto) e Bíblia-narrada-por-Cid-Moreira (que somente amando Deus sobre todas as coisas para aguentar!). Sei que essas opiniões são preconceituosas, pois nunca tentei até hoje ouvir um audiobook, nunca tive essa curiosidade de como seria ouvir o livro ao invés de tomar as rédeas da situação e lê-lo em seu ritmo.
E eu acho que ao ler o livro você dá à história um ritmo, algumas linhas você lê mais demoradamente, algumas mais rápidas, isso cria um movimento para a história, uma dinâmica de como os fatos ocorrem. Eu acredito que esses são pontos que deve ser considerados, principalmente quando estamos falando de um livro escrito na língua portuguesa, onde a entonação dada à frase por aquele que a fala distingue uma pergunta de uma afirmação, por exemplo.
Então, a leitura em voz alta de um texto nunca é, na minha opinião, impessoal. O texto sempre ganha uma personalidade por meio da voz do narrador, a não ser que seja a voz do google tradutor não há leitura que seja apenas cuspir palavras ao ouvinte.
Por outro lado, não acredito que sons de fundo agreguem algo ao texto, acho que apenas um bom texto aliado a um bom leitor são o suficiente para prender o ouvinte e conquistá-lo.
Sons de "trovões" feitos com lâminas de alumínio não irão tornar os livros do Paulo Coelho mais agradáveis a mim e muito menos uma música romântica fazendo fundo enquanto Bella e Edward se beijam irá me colocar naquele clima meloso.

Mas o fato é que resolvi ouvir alguns livros apenas para  saber como é ouvir o livro ao invés de lê-lo. Pretendo escolher alguns livros já conhecidos e deixar aqui minhas impressões sobre essa experiência, e indicar alguns sites onde se pode baixar os arquivos.
O primeiro Livro que Resolvi testar foi o Guia do Mochileiro das Galáxias, de Douglas Adams, que despensa apresentações.
Eu pretendo ouvir o livro e depois lê-lo para então colocar aqui minhas considerações.
Por enquanto, acessem o canal do Lucas no Youtube, assistam os outros vídeos dele e se inscrevam.
Até o próximo Post!

domingo, 10 de julho de 2011

WishList

Finalmente acabou a faculdade!
Vou dar uns seis meses de folga para minha cabecinha, enquanto isso, minha lista de desejos.

Primeiro


Esse eu já comprei e foi uma das melhores compras dos ultimos meses, me ajudou pra caramba e eu uso  muito, muito mesmo!


Segundo


Eu coleciono, então nem preciso explicar que é um livro que marcou minha infancia e adolescencia, que a autora é uma das minhas favoritas, que foi a coleção de livros que me estimulou a ler e blábláblá...



Terceiro



Esse é pq achei lindinho e preciso de uns apoios para livros.


Quarto

Quinto
Edição de colecionador!!!


Bom, é isso, estou meio sem criatividade, só queria escrever mesmo.
Ah, o dicionário está saindo por 26 reais na saraiva

sexta-feira, 20 de maio de 2011

O Poder dos 5 e Nazca

Estrela do Mal é o segundo volume da trilogia O Poder dos 5 escrita por Anthony Horowitz. O primeiro volume, O Portal do Corvo, já foi comentado em um post anterior.


Depois de Matt conseguir impedir a abertura do primeiro portal onde estavam aprisionadas as gigantescas criaturas demoníacas chamadas de Os Antigos (isso lembra tanto os Mitos de Cthulhu do escritor H.P. Lovecraft), ele vai morar com o repórter Richard – que ele conheceu no primeiro volume – recebendo ajuda de seus novos protetores, O Nexo (um grupo de pessoas que conhecem o segredo dos Antigos e sobre os Guardiões).

Depois de alguns fenômenos estranhos que ele mesmo provoca, Matt descobre que é um dos cinco Guardiões e o Nexo tenta protegê-lo. Mas há uma nova ameaça, a suspeita de um segundo portal localizado no Peru vem à tona e Matt é a única pessoa que pode impedir que o portal seja aberto. O Nexo envia Matt e Richard para o Peru e na chegada são surpreendidos por uma emboscada que faz nosso herói de perder na tumultuosa e corrupta Lima.

Sem conhecer a língua e ninguém, Matt está perdido em um lugar hostil ao qual é perseguido pela polícia até que conhece Pedro, um garoto local da sua idade, mas há algo estranho nesse encontro, Pedro e Matt já se conheciam de sonhos e isso leva a crer que o garoto peruano é o segundo dos Guardiões.

Depois de várias aventuras em que os dois tentam escapar da perseguição, dos becos sujos de Lima até a uma tribo escondida nas montanhas onde permanecem os últimos remanescentes da civilização Inca, acontece a parte mais interessante do livro, eles acabam chegando ao deserto de Nazca. Um local que existe realmente e é um dos grandes mistérios das civilizações antigas.

Nazca é um deserto que se estende por cerca de 80 km ao sul do Peru, é um local de clima constante o ano todo, quase não existem ventos e a chuva é muito rara. É considerado um dos locais mais áridos do mundo, e foi esse conjunto de fatores que conservou esse Patrimônio da Humanidade pela UNESCO por cerca de 1500 anos até os dias de hoje.


Mas o que tem de tão interessante em Nazca? Linhas. Toda a região é coberta por linhas desenhadas com escavações bem rasas no solo, apenas tirando as camadas de rochas oxidadas da superfície e mostrando o fundo mais claro. Mas e daí, são somente linhas, o que as tornam tão interessantes, você deve estar se perguntando. Então pasme.


Até a década de 1930 realmente eram somente linhas, mas a partir de então, quando começaram a sobrevoar a região de avião, descobriram que estas linhas formavam figuras gigantescas, a maior com 270 metros de diâmetro. São centenas de figuras como homens em trajes estranhos, macacos, beija-flores, aranhas e outros animais.

Muito se estudou sobre essas linhas, já descobriram como foram feitas, mas o mistério ainda é para que foram feitas? Algumas hipóteses são:
Um marcador astronômico onde as linhas apontando onde os astros aparecem no horizonte e onde se põem. Analisando, fica meio estranho imaginar que a observação astronômica em civilizações tão antigas servia apenas como uma referência para a agricultura ao qual era possível identificar a passagem do tempo. E por que isso ficaria no deserto e de forma tão gigantesca.
Outra hipótese é a comunicação com os deuses, geralmente os que forneciam água. Tudo bem, lá é um deserto extremamente árido e bem plano, se houvesse água lá a região seria muito boa para agricultura, mas há 1500 anos existiam lugares de sobra para plantar, então fica bastante atenuada essa hipótese.

Uma das hipóteses diz que as linhas serviam como canal para irrigação. Mas por que tão rasas e tão sinuosas? As figuras fazem muitas voltas como espirais e muitas passam pelo mesmo lugar, inúmeras delas se cruzam. Então sendo assim serviriam mais para causar uma inundação.

Minha hipótese preferida, pode até ser a mais fantasiosa, mas também é a mais interessante para o mundo nerd é de que essas linhas eram para orientar e facilitar o pouso de naves de civilizações extraterrestres. Existem algumas linhas que são planas e largas o suficiente para serem comparadas a uma pista de pouso e não sou só eu que pensa assim, vários estudiosos tem essa hipótese como a mais provável.
No livro Eram os Deuses Astronautas? de Erich Von Däniken o autor afirma categoricamente isso, que na antiguidade éramos visitados por seres vindos do espaço e no livro, além de Nazca, ele mostra mais algumas dezenas de outros indícios destas visitas.
Outro escritor famoso, J.J. Benitez (Operação Cavalo de Tróia) também considera as linhas de Nazca um de seus mistérios preferidos, para ele as linhas também têm relação com visitas de seres vindos do espaço.
Agora vocês tirem suas conclusões, eu recomendo a leitura do livro Eram os Deuses Astronautas? de Erich Von Däniken, não apenas pelas linhas de Nazca, mas por várias outras conclusões e evidencias que o livro apresenta. Pode não ser tudo crível, mas que vai deixar você com uma certa dúvida, isso com certeza vai.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

O Apocalipse

Com tanta coisa ruim acontecendo por aí, como terremotos, vulcões, crianças assassinadas na escola, filhos matando pais e pais jogando filhos pela janela, será que já estamos chegando ao fim dos tempos. No Velho Testamento, duas cidades, Sodoma e Gomorra, foram destruídas tendo como motivo somente a promiscuidade sexual, o que diria Deus vendo a Terra como está agora.

Então eu pego um livro qualquer pra ler e do que se trata? Isso aí, o Fim dos Tempos.

Deixados Para Trás de Tim Lahaye e Jerry B. Jenkins é o primeiro de uma série de 14 livros e mais 40 volumes de uma edição teen que mostram como vai ser a vida na Terra com o início das profecias do Apocalipse bíblico.





Este primeiro volume serve como uma apresentação dos personagens principais, então não esperem muitos acontecimentos. A história começa com o desaparecimento instantâneo de milhares de pessoas no mundo todo. Instantâneo mesmo, uma hora você estava vendo e conversando com a pessoa e num piscar de olhos só restavam as roupas e pertences do cidadão. Depois disso vem o caos, o mundo vira um pandemônio. Baixando a poeira do desespero daqueles que ainda estavam inteiros na Terra aparece o sentimento de saber o que aconteceu. Muitas teorias e nenhuma certeza.

Nessa confusão toda se destacam os personagens Rayford Steele, sua filha Chloe cuja esposa e mãe respectivamente é uma das arrebatadas, Buck um jornalista até então um cético religioso, o pastor Bruce que não era tão fiel a Deus. Esse grupo se junta em prol de suas teorias de que as pessoas desaparecidas foram levadas por Deus e que as profecias do livro bíblico do Apocalipse estão se cumprindo. Neste meio tempo, um político romeno, Nicolae Carpathia, começa a se destacar na política internacional e também inicia uma rápida ascensão dentro da ONU.

Agora vem a parte boa, se o Apocalipse está se cumprindo, então um anticristo também deve surgir. Sem querer estragar a surpresa do final deste volume não vou contar quem é o anticristo, mas já dá pra ter uma idéia.

Apesar de eu ainda ter lido somente o primeiro volume, como eu disse são 14 mais 40, já deu pra captar que muita coisa vem por aí, as pessoas que foram deixadas na Terra por Deus vão sofrer muito com a ascensão do mal. Mas vai haver resistência, não vão deixar que o anticristo consiga tudo assim tão fácil.

Então fica a dica de mais uma série que vale a pena dar uma conferida, principalmente para os cristãos, pois tudo é bem focado na Bíblia e não tem contraindicação para os religiosos. Mas também não levem muito a sério.

sábado, 23 de abril de 2011

Procurando Conteúdo?

Hoje o Giovanni estava aqui em casa e começamos uma conversa sobre blogs e vlogs.
Acho que a grande maioria pensa em Felipe Neto e PC Siqueira quando falamos de vloggers, que são as pessoas que criam esse conteúdo.
Como em toda a Internet, há conteúdo bom no youtube.
Então vpu postar alguns links para quem estiver a fim de algo a mais.
Claro, começando pelos Vlogs que eu acredito que são um meio fantástico, de verdade, sou fascinada!
Indo além, vou postar aqui sobre uma rede social, que vi anunciando no canal braincasttv.
Reduzindo o papo e partindo para a ação, vou começar minha listagem de hoje?
1.       Braincasttv
2.       Canal do Daniel Fraga
3.       Me dá um estresso
4.       Sem Cobertura
5.      O Livreiro 
6.       Portal Detonando

quarta-feira, 20 de abril de 2011

O Poder dos 5




Na postagem anterior, eu escrevi um monte de coisas somente para servir como uma introdução para os comentários deste livro que eu acabei de ler. O mesmo segue o filão pós-Harry Potter.


O Poder dos 5 é uma trilogia escrita por Anthony Horowitz. Este inglês, que completou 55 anos neste mês, já escreveu livros pra caramba, quase todos voltados ao público infanto-juvenil.


Aqui eu vou comentar o primeiro livro da trilogia com o subtítulo O Portal do Corvo. De cara eu já recomendo pra qualquer adulto. É suspense do começo ao fim.


Mattew Freeman (ou simplesmente Matt) é um garoto orfão que vai morar com uma meia-irmã de sua mãe (seria uma meia-tia) após um terrível acidente de carro onde seus pais falecem. Matt leva uma vida rebelde negligenciada pela já mencionada parenta. Um dia, sob influência do amigo delinquente, Kevin, os dois invadem um deposito para furtar DVDs. Mas como tinha que ser, dá tudo errado. Um vigilante aparece e é esfaqueado por Kevin, na confusão os dois são presos. Kevin fica detido e Matt é enviado para um programa do Governo Britânico onde jovens delinquentes são levados a fazendas bem lá no interior, no meio do nada, para cumprirem sua pena longe das tentações da cidade.


Nessa fazenda o garoto descobre que algo está muito errado com a fazenda, a cidade e com ele mesmo. Lá Matt descobre que tem poderes sobre-humanos e que os habitantes da cidade não são o que aparentam e todas as pessoas que tentam se aproximar de Matt para ajudá-lo são mortas.


A partir daí ocorrem sucessivas tentativas de fuga do menino e uma sequencia de acontecimentos tenebrosos que vão criando um clima de tensão em volta dos personagens que torna difícil largar o livro.


Vale a pena dar uma lida, pois já nas primeiras páginas o leitor sente uma profunda curiosidade em saber qual será o destino de Matt.


Assim que terminar de ler os outros volumes da trilogia eu comento aqui, beleza!!


Até a próxima então.

terça-feira, 19 de abril de 2011

Enchendo Linguiça


Caros leitores,


Acho que foi uma ideia genial da Elaine fazermos um blog juntos, assim as postagens não ficam somente para assuntos masculinos e nem somente como um bate-papo entre mulheres. Então homens, conheçam e entendam um pouco mais do universo feminino e garotas, sejam um pouquinho mais compreensivas com nossas futilidades de meninos.


E como hoje eu não tenho nada pra malhar, estou com dor de cabeça e não aconteceu nada de interessante pra eu contar aqui, vou relatar algumas de minhas impressões literatura de fantasia, e em postagens posteriores eu vou comentar alguns livros que eu lí para que isso desperte a curiosidade das pessoas em ler estes livros e sobre outros tipos de manifestações artísticas também, como cienma, música e quadrinhos.


Nós, nerds de velha data tínhamos uma dificuldade extrema em encontrar disponível em língua portuguesa livros de alta fantasia, aqueles com magos, elfos e cavaleiros fodões vestindo armaduras sucateadas de tanto lutar com dragões. Eu consegui ler a série O Senhor dos Anéis quando tinhas uns 20 anos (isso em 1992, século passado) graças à uma edição portuguesa que encontrei na Biblioteca Municipal de SJC.


Não vou dizer que não havia nada, realmente, fazendo justiça, haviam algumas obras da saudosa escritora Marion Zimmer Bradley, principalmente a série Darkover. Mas, carvalho, esses livros eram difíceis de encontrar em livrarias daqui, e a internet não era uma ferramente muito popular na época. A vida de nerd naquela época era dureza.


Mas um dia apareceu um jogo estranho, que fugia de tudo que era conhecido até então, o RPG. Ótimo, maravilhoso, lindo, a maravilha que superava todas as maravilhas feitas pelo homem até então. Cara, imagina uma turma de jovens sedentos de histórias sobre fantasia medieval que de repente descobrem que além de criarem histórias sobre todo tipo de fantasia (aí entra fantasia medieval, ficção científica, terror, etc.) eles ainda poderiam interpretar estes personagens. Não deu outra, virou febre. Era uma editora atrás da outra lançando livros e livros, tanto para o jogo em sí, mas também o melhor, romances sobre os temas dos jogos. Que maravilha, um mundo de diversão se formou.



Depois da seca, vem a chuva, mas volta a seca de novo. Após esse "boom" de coisas legais, tudo deu uma esfriada, os lançamentos começaram a rarear e voltamos a ficar órfãos de coisas novas, e uma núvem negra começou a cobrir a cabeça do pessoal que curtia RPG. Assassinatos falsamente atribuidos ao jogo e por aí vai, acho que depois disso esse hobby tão saudável nunca mais teve a mesma força.


Mas eu iniciei esse texto pra falar de romances de fantasia, pois é, e eis que aparece uma escritora, assim do nada e causa uma das maiores revoluções na literatura infanto juvenil. Vocês podem não perceber, mas a literatura infanto-juvenil estava uma chatisse que não tinha tamanho até que J.K. Rowling lançou o fenômeno Harry Potter e o inesperado aconteceu. Uma verdadeira nação de fãs do bruxinho começaram a ler suas histórias e perderam o medo ou preconceito dos livros grossos (os livros à partir do quarto volume tinham por volta de 500 páginas). Na minha opinião essa mulher deveria ganhar o Prêmio Nobel de Literatura, não pela obra, mas sim pela sua contribuição na formação de milhares de novos leitores no mundo todo.
E foi quando o sucesso de Harry Potter estava no auge que as portas dos livros de fantasia se abriram, e hoje a quantidade de opções de leitura que envolve desde fantasias modernas quanto medieval é enorme e envergam prateleiras e prateleiras das livrarias, é difícil até de escolher o que ler.


Falei tudo isso só pra que você leitor tenha uma ideia de como ocorreu essa evolução das publicações de livros de fantasia e literatura infanto-juvenil moderna. Nas postagens posteriores eu falo mais.


See you later girls and boys.

domingo, 17 de abril de 2011

Bienal do Livro em São José dos Campos


Entre os dias 8 e 17 de abril, deste ano claro, aconteceu a Bienal do Livro de São José dos Campos. Foi um evento legal, muitos livros, muitos mesmo. Para todo lugar que se olhasse tinha livros, não importava se eram sempre os mesmos livros, mas estava cheio.

O legal disso é que dá pra você ver que existe muita gente que compra livros, apesar de que os campeões de vendas, pelo menos foi o que meus olhos viram, foram as revistas de 1 real que eram vendidas em vários stands. E eram muitas, variando de bordados e receitas para as tias e vovós até o desperdício de papel para divulgarem fofoquinhas sobre Luan Santana e Restart (não acredito que matam árvores pra imprimir isso).

Em um dos dias que fui lá estava lotado de ônibus trazendo crianças das escolas de nível fundamental da cidade. Acho que isso foi a coisa mais legal que aconteceu lá, apesar da gritaria e baderna que ficou aquele lugar. Eu vi que muitas delas saíram com os braços cheios de livros infantis que estavam sendo vendidos a preços de pastilhas Garoto (melhor comprar um livro para o crescimento intelectual do que um doce que além de dar cáries só vai contribuir para o crescimento adiposo da criança).

Houve algumas palestras também, com a presença ilustre do Prof. Pasquale Cipro Neto (o paladino do engessamento da Língua Portuguesa) e alguns dos membros do agora extinto programa humorístico global Casseta e Planeta. Eu fui em somente uma destas palestras e versava sobre RPG e literatura (coisa de nerd, filho), que infelizmente não foi lá muito proveitoso. O palestrante só falou o que era o RPG (que é um jogo e não uma técnica de fisioterapia) e mostrou que existem alguns autores brasileiros que escreveram livros baseados nas aventuras que eles jogaram.

Mas vamos falar agora de um fato muito interessante! O evento se chama BIENAL, e de acordo com o dicionário Sacconi (outro paladino do rigor mortis da Língua Portuguesa) que está aqui do meu lado, esta palavra quer dizer algo que acontece de dois em dois anos. Certo, isso é o que está escrito lá no dicionário Aurélio também e creio que está mais ou menos assim e todos os outros dicionários. Agora pasmem meninos, esse evento já aconteceu em São José em outra ocasião, mas isso foi há uns 10 anos, então o termo bienal foi mais esticado do que aquela porçãozinha individual de manteiga que você tem que dar um jeito dela ficar uniforme no pão inteiro.

Então vamos aguardar na esperança que daqui a dois anos teremos outro evento importante como esse, só que da próxima vez, que venha com mais variedade e preços mais convidativos.